A urticária é uma das doenças de pele mais comuns e estima-se que cerca de 20% da população apresente pelo menos um episódio ao longo da vida.
Apesar de frequentemente ser associada à alergia, essa relação nem sempre é verdadeira. Em muitos casos, especialmente quando a doença persiste por semanas ou meses, não existe um único fator desencadeante claramente identificado.
O surgimento repentino de placas avermelhadas e extremamente pruriginosas costuma gerar preocupação, principalmente quando acompanhado de inchaço nos lábios ou nas pálpebras.
Felizmente, a maioria dos episódios é benigna e autolimitada. Ainda assim, algumas situações exigem avaliação médica imediata, especialmente quando há sinais de anafilaxia ou dificuldade para respirar.
Neste artigo você entenderá o que é a urticária, quais são suas principais causas, como é feito o diagnóstico, quais tratamentos estão disponíveis e quando é importante procurar um dermatologista.

O que é urticária?
A urticária é uma reação inflamatória da pele caracterizada pelo aparecimento de placas elevadas, avermelhadas e extremamente pruriginosas, popularmente conhecidas como “vergões”, “empolamentos” ou “ponfos”.
Essas lesões surgem devido à ativação de mastócitos, células do sistema imunológico que liberam substâncias inflamatórias, principalmente a histamina.
Essa liberação provoca dilatação dos vasos sanguíneos, aumento da permeabilidade vascular e estimulação das terminações nervosas, resultando em vermelhidão, coceira intensa e edema local.
Quando esse processo ocorre em camadas mais profundas da pele, desenvolve-se o angioedema, caracterizado por um inchaço mais pronunciado, frequentemente envolvendo lábios, pálpebras, mãos ou genitais.

Quais são os sintomas da urticária?
A manifestação clássica consiste em placas elevadas que aparecem rapidamente e desaparecem espontaneamente, geralmente em menos de 24 horas.
Uma característica importante é que, embora uma lesão desapareça, outras podem surgir em locais diferentes do corpo.
Os sintomas mais comuns incluem:
- coceira intensa;
- placas avermelhadas ou da cor da pele;
- lesões de diferentes tamanhos;
- sensação de ardência em alguns pacientes;
- desaparecimento completo das lesões sem deixar cicatrizes.
As placas podem surgir em qualquer parte do corpo, sendo mais frequentes em áreas submetidas ao atrito ou pressão, como cintura, axilas e regiões comprimidas pelas roupas.
O que é angioedema?
O que é angioedema?
Cerca de um terço dos pacientes apresenta urticária associada ao angioedema.
Enquanto a urticária acomete as camadas superficiais da pele, o angioedema envolve estruturas mais profundas, provocando aumento importante de volume.
As regiões mais acometidas incluem:
- lábios;
- pálpebras;
- língua;
- mãos;
- pés;
- genitais.
Na maioria das vezes o angioedema melhora espontaneamente. Entretanto, quando atinge língua, garganta ou vias aéreas, pode comprometer a respiração e representar uma emergência médica.
Urticária aguda e urticária crônica: qual a diferença?
A classificação depende exclusivamente do tempo de duração dos sintomas.
Urticária aguda
É aquela que dura até seis semanas.
Na prática, a maioria dos episódios desaparece muito antes disso, frequentemente entre uma e três semanas, mesmo sem tratamento específico.
As causas mais frequentes incluem:
- infecções virais;
- medicamentos;
- alimentos;
- picadas de insetos.
Urticária crônica
Quando as lesões persistem por mais de seis semanas, ocorrendo na maior parte dos dias da semana, o quadro passa a ser classificado como urticária crônica.
Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, a urticária crônica raramente está relacionada a uma alergia alimentar contínua.
Estudos recentes demonstram que a maioria dos casos resulta de mecanismos imunológicos complexos, frequentemente envolvendo autoimunidade e ativação inadequada dos mastócitos, motivo pelo qual muitos pacientes nunca identificam um gatilho específico.
A urticária sempre é causada por alergia?
Não.
Este é provavelmente o maior mito sobre a doença.
Embora reações alérgicas possam provocar urticária, principalmente após alimentos, medicamentos ou picadas de insetos, grande parte dos pacientes, especialmente aqueles com urticária crônica, não possui uma alergia identificável.
Segundo o UpToDate, entre 30% e 50% dos casos não apresentam uma causa definida, mesmo após investigação adequada.
Essa informação é importante porque muitos pacientes passam meses realizando dietas extremamente restritivas ou inúmeros exames laboratoriais sem necessidade.
O tratamento atual prioriza o controle da atividade da doença, em vez da busca incessante por um desencadeante que, muitas vezes, simplesmente não existe.

Quais são as principais causas da urticária?
Diversos fatores podem desencadear episódios de urticária.
Entre os mais comuns estão:
Infecções
Especialmente infecções respiratórias virais, bastante frequentes em crianças.
Além dos vírus respiratórios comuns, COVID-19, adenovírus, vírus sincicial respiratório, algumas bactérias e parasitos também podem estar envolvidos.
Medicamentos
Alguns medicamentos possuem maior potencial para desencadear urticária.
Entre eles destacam-se:
- penicilinas;
- cefalosporinas;
- anti-inflamatórios (AINEs);
- opioides;
- vancomicina;
- fluoroquinolonas.
Alimentos
Os alimentos costumam provocar urticária de início rápido, geralmente até duas horas após a ingestão.
Os principais incluem:
- leite;
- ovos;
- amendoim;
- castanhas;
- peixes;
- frutos do mar.
Em adultos, peixes, frutos do mar e a síndrome alfa-gal merecem atenção especial.
É importante ressaltar que esse processo pode ser diferente de uma alergia alimentar clássica, e para algumas pessoas a ocorrência de um episódio isolado de urticária após a ingestão de um alimento não significa necessariamente que esse processo irá se repetir sempre ou que o alimento deva ser removido da dieta por tempo indeterminado.
Estímulos físicos
Algumas pessoas desenvolvem urticária desencadeada por:
- frio;
- calor;
- pressão;
- exercício físico;
- vibração;
- água;
- luz solar.
Esses quadros fazem parte das chamadas urticárias induzíveis.
Contato com substâncias
Látex, plantas, alimentos crus e alguns produtos ocupacionais podem desencadear urticária por contato. Em contrapartida, sabonetes, detergentes e cosméticos são causas muito mais frequentes de dermatite de contato do que de urticária.
Como é feito o diagnóstico da urticária?
Na grande maioria dos casos, o diagnóstico da urticária é clínico, ou seja, baseia-se na história do paciente e no exame físico. Não existe um exame de sangue específico capaz de confirmar o diagnóstico, e a realização indiscriminada de testes laboratoriais raramente modifica a conduta médica.
Durante a consulta, o dermatologista procura responder três perguntas principais:
- As lesões são realmente urticária?
- Existe algum fator desencadeante identificável?
- Há sinais que indiquem uma doença mais grave?
Sempre que possível, é importante que o paciente seja avaliado enquanto as lesões estão presentes. Caso isso não seja possível, fotografias tiradas durante as crises podem ser extremamente úteis para confirmar o diagnóstico, já que muitas pessoas utilizam o termo “urticária” para descrever diferentes tipos de erupções cutâneas.
Durante a consulta, o médico investigará aspectos como:
- quando as lesões começaram;
- quanto tempo cada placa permanece na pele;
- frequência das crises;
- uso recente de medicamentos;
- infecções recentes;
- alimentos ingeridos antes do aparecimento das lesões;
- picadas de insetos;
- prática de exercícios físicos;
- exposição ao frio, calor ou pressão;
- histórico pessoal ou familiar de doenças alérgicas ou autoimunes.
É necessário fazer exames?
Na maioria dos episódios de urticária aguda, não.
As recomendações atuais mostram que exames laboratoriais de rotina raramente identificam a causa e não devem ser solicitados indiscriminadamente. A investigação deve ser direcionada apenas quando a história clínica ou o exame físico sugerem uma doença associada.
Na urticária crônica, alguns exames podem ser indicados conforme cada caso, principalmente quando existem sinais sugestivos de doenças autoimunes, infecções ou outras condições sistêmicas. Entretanto, a realização de “painéis completos de alergia” ou extensas listas de exames sem indicação clínica geralmente não traz benefícios.
Quando a urticária pode indicar algo mais sério?
Embora a maioria dos episódios seja benigna, alguns sinais merecem atenção imediata.
Procure atendimento médico urgente se houver:
- dificuldade para respirar;
- sensação de aperto na garganta;
- rouquidão súbita;
- inchaço importante da língua;
- dificuldade para engolir;
- tontura intensa ou desmaio;
- queda da pressão arterial.
Esses sintomas podem indicar anafilaxia, uma reação alérgica grave que necessita de tratamento imediato com adrenalina.
Também é importante procurar avaliação especializada quando as lesões:
- permanecem por mais de 24 horas no mesmo local;
- são dolorosas em vez de apenas coçarem;
- deixam manchas roxas ou pigmentação residual;
- vêm acompanhadas de febre, dores articulares ou perda de peso.
Essas características podem sugerir outras doenças, como a vasculite urticariforme, que exige investigação específica.
Como é feito o tratamento da urticária?
O tratamento depende da causa, da duração e da intensidade dos sintomas.
Os principais objetivos são:
- aliviar a coceira;
- reduzir o número de crises;
- melhorar a qualidade de vida;
- prevenir episódios graves.
1. Anti-histamínicos
Os anti-histamínicos de segunda geração são considerados o tratamento de primeira linha tanto para a urticária aguda quanto para a urticária crônica.
Esses medicamentos atuam bloqueando a ação da histamina, principal substância responsável pela coceira e pelo surgimento das placas.
Entre suas vantagens estão:
- boa eficácia;
- menor sonolência;
- uso seguro por períodos prolongados quando indicado pelo médico.
Quando as doses habituais não são suficientes, as diretrizes internacionais recomendam que o dermatologista possa aumentar progressivamente a dose antes de considerar outros tratamentos, estratégia respaldada por evidências robustas para urticária crônica espontânea.
2. Corticoides
Os corticoides podem ser utilizados por curtos períodos, principalmente em episódios agudos intensos. Contudo, não são indicados como tratamento inicial ou crônico para a maioria dos pacientes.
Seu uso prolongado não é recomendado devido ao risco de efeitos adversos importantes, como:
- aumento da glicemia;
- hipertensão;
- osteoporose;
- ganho de peso;
- catarata;
- maior risco de infecções.
Por isso, pacientes que dependem repetidamente de corticoides devem ser reavaliados para otimização do tratamento.
3. Imunobiológicos
Nos pacientes com urticária crônica que permanecem sintomáticos apesar do uso adequado de anti-histamínicos, existem terapias mais modernas.
O principal exemplo é o omalizumabe, um anticorpo monoclonal que atua reduzindo a ativação dos mastócitos e tem revolucionado o tratamento da urticária crônica espontânea.
Estudos demonstram melhora significativa da coceira, redução do número de lesões e importante ganho na qualidade de vida da maioria dos pacientes que não respondem ao tratamento convencional.
Em casos raros e refratários, outros imunomoduladores podem ser considerados por especialistas.

Mudanças na alimentação ajudam?
Na maioria dos pacientes, não é necessário realizar dietas extremamente restritivas.
Apenas quando existe forte suspeita de que um alimento específico desencadeie as crises — especialmente se as lesões surgirem poucos minutos até duas horas após a ingestão — a exclusão desse alimento pode ser recomendada até que a investigação seja concluída.
Dietas muito restritivas sem orientação médica podem causar deficiências nutricionais e, frequentemente, não melhoram a urticária crônica.
A urticária pode ser emocional?
A urticária não é uma doença emocional, psicológica ou causada por estresse. Apesar disso, pode sim afetar o estado emocional de seus pacientes, sobretudo nos casos de urticária crônica e com sintomas de difícil controle.
Qual é o prognóstico?
A notícia mais tranquilizadora é que a urticária aguda costuma desaparecer espontaneamente.
Mais de dois terços dos casos resolvem em até seis semanas, sendo comum a melhora já nas primeiras uma a três semanas. Já a urticária crônica pode persistir por meses ou anos. Apesar disso, a evolução costuma ser favorável.
Muitos pacientes entram em remissão espontânea ao longo do tempo, e os tratamentos atuais permitem excelente controle dos sintomas na maioria dos casos.
Quando procurar um dermatologista?
Você deve procurar avaliação especializada quando:
- houver dúvida sobre o diagnóstico;
- as crises se repetem frequentemente;
- os sintomas persistem por mais de seis semanas;
- a coceira interfere no sono ou nas atividades diárias;
- há necessidade frequente de corticoides;
- existe angioedema recorrente;
- há suspeita de alergia alimentar ou medicamentosa;
- surgem sintomas sugestivos de anafilaxia ou vasculite.
O acompanhamento especializado evita exames desnecessários, permite identificar situações que exigem investigação adicional e possibilita o acesso aos tratamentos mais modernos disponíveis.
Conclusão
A urticária é uma doença frequente, caracterizada pelo surgimento de placas avermelhadas e intensamente pruriginosas que podem ou não estar associadas ao angioedema. Embora muitas pessoas associem automaticamente o problema a uma alergia, essa não é a causa da maioria dos casos, especialmente quando a doença se torna crônica.
O diagnóstico é essencialmente clínico e, na maior parte das vezes, não exige exames laboratoriais extensos. Felizmente, os avanços no entendimento da doença permitiram o desenvolvimento de tratamentos cada vez mais eficazes, possibilitando excelente controle dos sintomas e melhora significativa da qualidade de vida.
Se você apresenta episódios recorrentes de urticária ou crises intensas de coceira, a avaliação por um dermatologista é fundamental para estabelecer o diagnóstico correto e indicar o tratamento mais adequado.
Atenção: Este conteúdo possui caráter exclusivamente informativo e não substitui a avaliação médica. Em caso de urticária recorrente, intensa ou acompanhada de falta de ar, procure atendimento médico imediatamente.
Perguntas frequentes sobre urticária (FAQs)
O que é urticária?
A urticária é uma doença de pele caracterizada pelo surgimento repentino de placas elevadas, avermelhadas e que causam coceira intensa. Essas lesões aparecem devido à liberação de histamina e outras substâncias inflamatórias pelos mastócitos da pele. Cada lesão costuma desaparecer em menos de 24 horas, embora novas placas possam surgir em outros locais.
A urticária é uma alergia?
Nem sempre.
Embora algumas crises sejam desencadeadas por alergias a alimentos, medicamentos ou picadas de insetos, especialmente na urticária aguda, a maioria dos casos de urticária crônica não está relacionada a uma alergia identificável. Em muitos pacientes, não é possível determinar um fator desencadeante específico.
Qual a diferença entre urticária aguda e urticária crônica?
A diferença está na duração dos sintomas.
- Urticária aguda: dura até seis semanas.
- Urticária crônica: persiste por mais de seis semanas, com lesões recorrentes na maior parte dos dias da semana.
Quais são as principais causas da urticária?
As causas mais frequentes incluem:
- infecções virais;
- medicamentos;
- alimentos;
- picadas de insetos;
- estímulos físicos, como frio, calor e pressão.
Entretanto, em muitos pacientes, principalmente na urticária crônica, nenhuma causa específica é encontrada.
Quanto tempo dura uma crise de urticária?
Cada placa individual costuma desaparecer em menos de 24 horas. No entanto, novas lesões podem surgir continuamente, fazendo com que a crise dure dias ou semanas.
A urticária pode aparecer e desaparecer rapidamente?
Sim.
Essa é uma das principais características da doença. As lesões podem surgir em poucos minutos, desaparecer completamente e reaparecer em outra região do corpo poucas horas depois.
Urticária é contagiosa?
Não.
A urticária não é uma doença contagiosa. Algumas infecções podem desencadear uma crise de urticária, mas as placas na pele não são transmitidas para outras pessoas.
Estresse pode causar urticária?
O estresse emocional não costuma ser a causa direta da urticária, mas pode contribuir para piorar os sintomas ou facilitar o aparecimento de crises em pessoas predispostas, especialmente na urticária crônica.
Ansiedade pode piorar a urticária?
Sim.
Embora a ansiedade não seja considerada a causa da doença, ela pode aumentar a intensidade da coceira, dificultar o controle das crises e comprometer a qualidade de vida.
Urticária pode ser causada por alimentos?
Sim.
Alimentos podem desencadear urticária alérgica, geralmente poucos minutos até duas horas após a ingestão. Entre os alimentos mais frequentemente envolvidos estão leite, ovos, amendoim, castanhas, peixes e frutos do mar.
É necessário fazer testes de alergia?
Nem sempre.
Os testes alérgicos são indicados apenas quando a história clínica sugere uma alergia específica. Na maioria dos pacientes com urticária crônica, esses exames não identificam uma causa e não são realizados de rotina.
Quais exames são necessários para diagnosticar urticária?
Na maioria dos casos, nenhum exame é necessário.
O diagnóstico é baseado na história clínica e nas características das lesões observadas durante o exame físico ou em fotografias feitas pelo paciente.
O que é angioedema?
O angioedema é um inchaço das camadas mais profundas da pele, frequentemente acometendo lábios, pálpebras, língua, mãos e pés. Pode ocorrer junto com a urticária ou isoladamente. Quando afeta a garganta, representa uma emergência médica.
Quando a urticária é considerada grave?
A urticária é considerada potencialmente grave quando ocorre junto com:
- falta de ar;
- dificuldade para engolir;
- inchaço da língua;
- aperto na garganta;
- tontura ou desmaio;
- queda da pressão arterial.
Esses sintomas podem indicar anafilaxia e exigem atendimento imediato.
Qual é o melhor tratamento para urticária?
Os anti-histamínicos de segunda geração são considerados o tratamento de primeira escolha. Em pacientes com urticária crônica que não respondem adequadamente, podem ser necessários ajustes de dose ou tratamentos mais avançados, como imunobiológicos, sempre sob acompanhamento médico.
Corticoides curam a urticária?
Não.
Os corticoides não estão indicados para todos os pacientes, não devem ser utilizados continuamente devido ao risco de efeitos adversos e devem ser utilizados somente com orientação médica.
A urticária tem cura?
A urticária aguda geralmente desaparece espontaneamente em poucos dias ou semanas. Já a urticária crônica pode persistir por meses ou anos, mas frequentemente entra em remissão ao longo do tempo e pode ser controlada com tratamento adequado.
Quem tem urticária precisa fazer dieta?
Dieta não trata a urticária.
Nos casos em que um alimento suspeito de desencadear as crises é identificado, ele pode ser removido de forma isolada da dieta, com orientação médica.
Retirar diversos alimentos sem orientação médica não melhora a urticária e pode causar deficiências nutricionais.
Quando devo procurar um dermatologista?
É recomendado procurar um dermatologista quando:
- as crises se repetem frequentemente;
- a urticária dura mais de seis semanas;
- a coceira interfere no sono ou nas atividades diárias;
- há episódios recorrentes de angioedema;
- existe necessidade frequente de corticoides;
- há dúvidas sobre a causa ou o tratamento.
Qual médico trata a urticária?
O dermatologista é um dos especialistas mais capacitados para diagnosticar e tratar a urticária, especialmente quando as manifestações predominam na pele.
Em situações específicas, pode ser necessário acompanhamento conjunto com um alergista e imunologista, principalmente quando há suspeita de anafilaxia ou alergias mediadas por IgE.
Leia mais
Sociedade Brasileira de Dermatologia: Urticária
Blog do Site: Dermatologia Pediátrica
Blog do Site: Dermatite de Contato
Blog do Site: Dermatite Atópica
Fontes
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